Manejo do traumatismo dentário de centrais superiores permanentes em paciente pediátrico, acompanhamento em um mês
Palavras-chave:
traumatismos, criança, dentição permanenteResumo
Introdução: Os traumatismos dento - alveolares são lesões que podem acometer dentes, ossos e tecidos de suporte, devido ao impacto físico contra eles. Eles devem sempre ser considerados emergências estomatológicas. Apresentam prevalência em crianças e adolescentes entre 10,7 e 43,8%, sendo mais frequentes em meninos do que em meninas na proporção de 2:1. O pico de incidência na dentição permanente é de 8 a 10 anos, tornando -se de alto risco durante a fase de formação das raízes, sendo um fator importante na manutenção da vitalidade pulpar para um desenvolvimento adequado. Objetivo: Apresentar um caso clínico sobre o manejo de trauma dentário em incisivos centrais superiores permanentes em paciente pediátrico com acompanhamento de um mês para monitoramento da vitalidade pulpar. Apresentação do caso: Paciente do sexo masculino, de 7 anos de idade, comparece ao Centro de Assistência Médica Integral da Universidade de Guadalajara referindo uma pancada na região anterior 46 horas antes de sua consulta, o exame intraoral revela o dente 11 com luxação lateral e 21 com fratura da borda incisal e luxação intrusiva. Foi realizada avaliação clínica e radiográfica, indicando monitoramento em 4, 8 e 12 semanas. Conclusões: Quando um paciente se apresenta com trauma tardio, o plano de tratamento torna-se mais complexo, piorando seu prognóstico, onde a preservação da vitalidade pulpar é importante e essencial durante a fase imatura da raiz, pois está ligada à formação completa da raiz, sendo necessária a avaliação contínua, verificando a possibilidade de endodontia e ortodontia futura.
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