Utilização de aparelhos fixos na correcção da mordida cruzada anterior
Palavras-chave:
Odontopediatria, ortopedia, má oclusãoResumo
Introdução: A prevalência das más oclusões é um problema que afecta a criança desde a mais tenra idade. A mordida cruzada anterior é uma alteração no plano sagital que reflete numa posição intermaxilar incorrecta com repercussões estéticas e funcionais. Objectivo: Correcção da mordida cruzada anterior num paciente do sexo masculino de 10 anos de idade utilizando aparelhos fixos. Apresentação e tratamento de casos clínicos: paciente do sexo masculino de 10 anos de idade encaminhado para a clínica de odontologia pediátrica na Unidade ENES UNAM Leon para intervenção de mordida cruzada anterior usando ortopedia maxilar. O diagnóstico foi obtido a partir dos resultados dos estudos cefalométricos (Jarabak, Steiner e Ricketts resumidos) destacando a classe óssea I, corpo mandibular curto, ramo mandibular longo, retrusão da posição IS e protrusão da posição II. Os incisivos superiores e inferiores encontravam-se numa má posição e classe I de molar em relação à classificação de Angle. Para o tratamento, foram colocadas placas tipo "Hawley com bandas" e "pistas diretas" para a correcção postural dos maxilares, enquanto as placas trabalhavam na expansão dos maxilares em busca de um tratamento alternativo. Resultados: Observámos o deslocamento da mandíbula numa posição posterior, reduzindo a mordida cruzada anterior, com movimentos de lateralização mais amplos e maior conformação dos arcos, conservando a classe I de molar. Conclusão: A intercepção com aparelhos fixos permite-nos ter um progresso contínuo com maior percepção das mudanças a curto prazo, provando a sua eficácia e tornando-a uma boa alternativa em pacientes com pouca cooperação.
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