Tratamento estomatológico em paciente pediátrico com malformação vascular.

Autores

  • Lesmes Prudencio Uriarte Manjarrez Instituto Nacional de Pediatría
  • Abigail Instituto Nacional de Pediatría

Palavras-chave:

malformação arteriovenosa, odontologia minimamente invasiva

Resumo

Objetivo: Conhecer as limitações de manejo e tratamento de pacientes com anomalias vasculares que acometem o complexo maxilofacial. Apresentação do caso: Paciente do sexo masculino, 14 anos, com o seguinte diagnóstico: malformação arterial de baixo fluxo. O exame intraoral apresenta dentição permanente de acordo com a idade com múltiplas cáries em diferentes órgãos dentários, mordida cruzada, má oclusão dentária, respirador bucal. Apresenta aumento de volume de aproximadamente 5 centímetros cúbicos na região massetérica à custa de malformação arteriovenosa, observa-se expansão radiográfica do processo alveolar maxilar. O plano de tratamento foi realizado com os cuidados e medidas para evitar o risco de contato com instrumentos cortantes de pulso na malformação sanguínea, estabelecendo um plano preventivo e restaurador baseado nas necessidades específicas do paciente, tanto médicas quanto odontológicas. Os selantes de fossas e fissuras foram feitos resinas compostas e extração de órgãos dentários, tudo isso, no contexto de evitar lesões teciduais ou vasculares, pacientes com condições médicas especiais. Conclusões: Este caso permitiu abordar o paciente de forma abrangente, sendo importante que o estomatologista conheça o manejo de pacientes com anomalias vasculares para prevenir complicações e proporcionar uma abordagem adequada às necessidades desse tipo de paciente.

Publicado

2022-10-29

Edição

Seção

Encuentro de Residentes de Odontopediatría ALOP: Casos Clínicos