Manejo de fratura coronária com necrose pulpar em bebê: um relato de caso
Palavras-chave:
traumatismos dentários, Odontopediatria, pulpectomia, dente decíduoResumo
Introdução: Os traumatismos dentários são reconhecidos como um problema de saúde pública e têm alto impacto na dentição decídua nos primeiros dois anos de vida. Dentre os tipos de traumas mais prevalentes nesta faixa etária estão as subluxações e fraturas de esmalte e, esmalte e dentina. Objetivo: Relatar um traumatismo dentário em bebê que teve por consequência tardia necrose pulpar e paralisação da rizogênese no dente 51. Relato de caso: Um bebê de 20 meses compareceu à clínica materno infantil da faculdade de Odontologia, dez meses após queda da própria altura no lar. A queixa relatada envolvia sensibilidade e alteração cromática. A mãe relatou não ter havido laceração de tecido mole no momento da queda, apenas sangramento gengival. Ao exame clínico foi diagnosticada uma pequena fratura de esmalte do 51 com alteração de cor e fístula associada. Ao exame radiográfico observou-se lesão periapical, com paralisação da formação radicular, comparada ao contralateral. Considerando a importância da manutenção do dente decíduo na cavidade bucal, o tratamento realizado foi a pulpectomia com preparo mínimo para confecção de faceta direta em resina composta. A proservação foi realizada por dois anos, quando a criança teve novo acidente levando a fratura radicular, sendo necessária exodontia e manutenção de espaço. Conclusão: O dente decíduo se mostra importante como guia para o sucessor permanente, além da sua relevância funcional e estética.
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