Alterações da erupção e paraparesia espástica: relatório de caso.
Palavras-chave:
erupção dentária, molares permanentes, paraparesia espasticaResumo
Introdução: A dentição permanente começa entre os 5 e 7 anos, sendo um sucesso importante no desenvolvimento. Qualquer alteração na erupção pode afetar a qualidade das funções orais. No entanto, essas estão vinculadas a agenesias, anomalias sistêmicas e/ou síndromes genéticas. Paralelamente, a paraparesia espástica é um transtorno que afeta os reflexos neuromusculares e a marcha. Embora não esteja descrita na literatura a relação entre essas condições, ambas têm um componente genético importante. O objetivo é relatar o hallazgo radiográfico de alterações eruptivas em paciente com paraparesia espástica. Relato de caso: Paciente sexo feminino, 8,5 anos com paraparesia espástica, derivada do Instituto de Reabilitação Teletón, acude al postgrado de Odontopediatria para tratamento integral. No exame clínico, é detectado retrocesso na erupção dos primeiros molares permanentes, por isso é solicitada radiografia panorâmica. Neste momento são observadas alterações na cronologia, sequência e desenvolvimento de molares permanentes. Conclusões: É importante realçar o transporte da radiografia panorâmica no momento de detectar anomalias clínicas com o objetivo de definir a abordagem odontopediátrica, assim como o acompanhamento clínico e radiográfico. Sugere-se a realização de mais estudos genéticos, pois a paraparesia espástica tem uma grande quantidade de genes associados, podendo alguns deles coincidir com o gene relacionado às alterações eruptivas.
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