Manejo estomatológico em pacientes com laringomalácia. Relato de caso
Palavras-chave:
laringe, estridor, laringomalaciaResumo
A laringomalácia é a anomalia laríngea congênita mais comum, sendo causa de estridor em neonatos em 60%. É de etiologia desconhecida, mas existem fatores de risco como inflamação secundária ao refluxo gastroesofágico (RGE). Os sinais e sintomas são estridor respiratório, regurgitação, vômito, etc. O tratamento será sintomático ou com supraglotoplastia, embora a maioria dos pacientes evolua espontaneamente antes dos 5 anos de idade.
É apresentado o caso de uma paciente de 9 anos com diagnóstico de laringomalácia atendida na Clínica Reforma da UNAM. Sua história perinatal relata dados positivos para RGE. A mãe refere como motivo da consulta “verificar os dentes”, durante o exame intraoral são observadas múltiplas lesões de cárie. O tratamento foi dividido em 3 fases: uma fase preventiva onde é orientada a higiene bucal adequada. A Fase 2 consistiu na restauração através do uso de resinas, CAC e extrações, estabelecendo considerações como:
- Citações curtas
- Reclinação da cadeira odontológica de 130º
- Uso de isolado absoluto
- Quantidade mínima de água na parte de alta pressão
Finalmente, há uma intervenção para má oclusão.
A laringomalácia é a causa mais comum de estridor e se resolve espontaneamente sem intervenção na maioria dos pacientes. Como odontopediatras, é necessário desenvolver guias clínicos que possibilitem padronizar o manejo dos distúrbios das vias aéreas.
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