Manejo estomatológico em pacientes com laringomalácia. Relato de caso

Autores

  • Irán Montserrat Ramírez Sánchez Universidad Nacional Autónoma de México
  • Gerardo Rubén Ramírez González Universidad Nacional Autónoma de México Tutor

Palavras-chave:

laringe, estridor, laringomalacia

Resumo

A laringomalácia é a anomalia laríngea congênita mais comum, sendo causa de estridor em neonatos em 60%. É de etiologia desconhecida, mas existem fatores de risco como inflamação secundária ao refluxo gastroesofágico (RGE). Os sinais e sintomas são estridor respiratório, regurgitação, vômito, etc. O tratamento será sintomático ou com supraglotoplastia, embora a maioria dos pacientes evolua espontaneamente antes dos 5 anos de idade.

É apresentado o caso de uma paciente de 9 anos com diagnóstico de laringomalácia atendida na Clínica Reforma da UNAM. Sua história perinatal relata dados positivos para RGE. A mãe refere como motivo da consulta “verificar os dentes”, durante o exame intraoral são observadas múltiplas lesões de cárie. O tratamento foi dividido em 3 fases: uma fase preventiva onde é orientada a higiene bucal adequada. A Fase 2 consistiu na restauração através do uso de resinas, CAC e extrações, estabelecendo considerações como:

  • Citações curtas
  • Reclinação da cadeira odontológica de 130º
  • Uso de isolado absoluto
  • Quantidade mínima de água na parte de alta pressão

Finalmente, há uma intervenção para má oclusão.

A laringomalácia é a causa mais comum de estridor e se resolve espontaneamente sem intervenção na maioria dos pacientes. Como odontopediatras, é necessário desenvolver guias clínicos que possibilitem padronizar o manejo dos distúrbios das vias aéreas.

Publicado

2024-08-13

Edição

Seção

Encuentro de Residentes de Odontopediatría ALOP: Casos Clínicos