Restaurações indiretas na dentição decídua: revisão clínica atual
Palavras-chave:
restaurações indirectas , dentes deciduos, longevidadeResumo
Introdução: As restaurações indiretas em dentes decíduos vêm ganhando relevância como uma opção eficaz em casos de destruição coronária extensa, nos quais as técnicas diretas se mostram insuficientes. Seu principal objetivo é restaurar a função, a estética e a durabilidade na reabilitação odontopediátrica, aproveitando os avanços tecnológicos recentes. Objetivo: Avaliar as evidências clínicas atuais sobre indicações, desempenho, materiais utilizados e perspectivas futuras das restaurações indiretas em odontopediatria. Revisão da literatura: Foram revisados artigos indexados em bases como PubMed, Scopus e ScienceDirect, priorizando revisões sistemáticas, estudos clínicos controlados e ensaios randomizados dos últimos cinco anos. As coroas de aço inoxidável apresentam taxas de sucesso entre 94–96%, enquanto restaurações indiretas em compósito e cerâmica com técnica CAD/CAM mostram taxas de sobrevivência entre 85–91% em acompanhamentos de até cinco anos. Há relatos de melhorias na adaptação marginal, estética e preservação do tecido dentário. Técnicas digitais como fresagem e impressão 3D permitiram restaurações minimamente invasivas e reproduzíveis. Conclusões: As restaurações indiretas representam uma alternativa terapêutica confiável e estética para pacientes pediátricos com grande perda estrutural, especialmente quando há disponibilidade tecnológica e profissionais capacitados. Recomendações: Promover a aplicação clínica das restaurações indiretas em odontopediatria. Capacitar os profissionais em técnicas digitais avançadas. Fortalecer a pesquisa longitudinal em populações infantis para otimizar protocolos e resultados clínicos.
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