Higiene oral em pacientes pediátricos hospitalizados em unidades de terapia intensiva: Revisão de literatura

Autores

  • Francisco Javier Aránguiz Valenzuela Universidad de Los Andes, Santiago, Chile
  • Ma Fernanda Santibáñez Guzman Universidad de Los Andes, Santiago, Chile Coautor
  • Andrea Ormeño Quintana Universidad de Los Andes, Santiago, Chile Tutor

Palavras-chave:

Higiene oral, Pediatria, UTI

Resumo

Introdução: Pacientes pediátricos em unidades de terapia intensiva (UTI) apresentam alto risco de complicações orais devido à ventilação mecânica, imunossupressão, uso de medicamentos e dificuldade para manter uma higiene oral adequada. O acúmulo de biofilme favorece infecções oportunistas, aumenta o risco de pneumonia associada à ventilação mecânica e piora o prognóstico geral. Manter uma boa higiene bucal nessas crianças é essencial para prevenir complicações locais e sistêmicas. Objetivo: Revisar a evidência sobre a importância e os métodos de higiene oral em pacientes pediátricos hospitalizados em UTIs. Revisão: Metodologia: Revisão bibliográfica nas bases PubMed, Scopus, Web of Science e SciELO, entre 2018 e 2024, em inglês e espanhol. Resultados: Dos 93 artigos encontrados, 14 foram analisados. Entre 45% e 60% dos pacientes pediátricos em UTI apresentam complicações orais como mucosite, xerostomia, candidíase e úlceras. A falta de higiene oral aumenta a ocorrência de pneumonia associada à ventilação. Conclusão e Recomendações: Recomenda-se higiene oral com escova macia ou gaze 2 a 3 vezes ao dia, antissépticos sem álcool e manter os lábios hidratados. A higiene bucal sistemática reduz complicações e infecções, devendo fazer parte do cuidado rotineiro na UTI pediátrica, idealmente com supervisão odontológica, melhorando os indicadores de saúde bucal e reduzindo as infecções. Palavras-chave: higiene oral, pediatria, UTI

Publicado

2025-09-12

Edição

Seção

Encuentro de Residentes de Odontopediatría ALOP: Revisión de la Literatura