Uso de chinelo distal por perda prematura de segundo molar: relato de caso
Palavras-chave:
mantenedor de espaço, dentição decídua, chinelo distalResumo
Introdução: A dentição decídua deve manter sua integridade até o momento da substituição dentária, pois estimula a formação do osso alveolar, acompanha o desenvolvimento e crescimento craniofacial e previne o estabelecimento de más oclusões. A perda prematura do segundo molar temporário predispõe à mesialização ou inclinação do primeiro molar permanente, acompanhada da presença de apinhamento, erupções ectópicas, entre outras alterações. Quando o primeiro molar permanente não erupcionou, as opções terapêuticas para manter espaço para um segundo molar decíduo são limitadas. Objetivo: Difundir o uso do mantenedor de chinelo distal, apesar de ser percebido como uma técnica sensível e complexa, e que não é indicada para todos os tipos de pacientes. Informe suas vantagens e desvantagens. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, 4 anos e 4 meses, com doença cárie precoce na infância. Após intervenção sobre seus fatores de risco biológicos bucais, foi extraído o dente 7,5 e instalado um mantenedor de chinelo distal. A técnica utilizada e seu acompanhamento 6 meses após o tratamento são descritos. Conclusão: O mantenedor de chinelo distal requer seleção e planejamento cuidadoso do paciente. Através da extensão distal é capaz de orientar e promover a erupção correta do primeiro molar permanente, sendo altamente custo-efetivo na prevenção de complicações futuras que exijam intervenções ortodônticas mais complexas e caras.
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