Hipoplasia severa do esmalte em dentes permanentes jovens

Autores

  • Amairani Astrid Ramírez González Universidad Nacional Autónoma de México
  • Ana Celia Roman Bahena Universidad Nacional Autonoma de México Coautor
  • Laura Elena Allende Trejo Universidad Nacional Autonoma de México Tutor

Palavras-chave:

hipoplasia do esmalte, terapia pulpar, revascularização

Resumo

A hipoplasia do esmalte é um defeito que ocorre na odontogênese devido à formação incompleta da matriz orgânica do esmalte. Segundo a revisão da literatura, mais de 40% das crianças apresentam, sendo o sexo masculino o mais prevalente. As manifestações clínicas variam desde manchas brancas ou opacas até cavitações marrons. O atendimento tardio afeta gravemente os dentes, causando hipersensibilidade e lesões de cárie rapidamente progressivas, desencadeando patologia pulpar e, portanto, o tratamento de escolha será a terapia pulpar. Caso clínico: paciente do sexo masculino, aparentemente saudável, de 10 anos, com diagnóstico de hipoplasia de esmalte com maior gravidade nos centrais inferiores, primeiro molar inferior direito e primeiro pré-molar superior esquerdo. Fase I do tratamento preventivo; profilaxia, aplicação de verniz fluoretado, selantes de fossas e fissuras e controle de biofilme. Na fase II, foram realizadas extrações devido à reabsorção fisiológica de 55 e 65. Em seguida, realizados tratamentos endodônticos dos dentes 31, 41, 42 e 46. Além disso, foi realizada a revascularização de 24 dente em seguida reconstruídos com ionômero de vidro. As consultas de acompanhamento clínico e radiográfico foram a cada 6 meses. Conclusão: O diagnóstico e tratamento tardio da hipoplasia do esmalte afeta consideravelmente os tecidos dentários, colocando em risco a sua vitalidade e longevidade. Atualmente, a diversidade de opções para realizar terapia pulpar eficaz em dentes jovens com esta condição promete sucesso clínico a longo prazo.

Publicado

2024-08-20

Edição

Seção

Encuentro de Residentes de Odontopediatría ALOP: Casos Clínicos