Abordagem de risco no tratamento dentário pediátrico de um doente escolar com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) em risco social: relato de um caso.

Autores

  • Pamela Rozas Lukaschewsky Odontopediatra Universidad de los Andes
  • Kiyoko Suzuki Barrera Universidad de los Andes Tutor
  • Elisa Dellamaggiora Universidad de los Andes Coautor

Palavras-chave:

Perturbação do espetro do autismo, risco social.

Resumo

Introdução: A PEA é uma condição neurobiológica do desenvolvimento que se apresenta na infância e afecta as competências cognitivas, emocionais e sociais (1).Em medicina dentária, verificou-se que estes doentes são mais susceptíveis a cáries e gengivites devido a uma escovagem deficiente e a uma maior sensibilidade oral (1). Para além disso, estes problemas podem ser agravados pelo risco social que rodeia o paciente, como resultado do pouco ou nenhum acesso a cuidados dentários, falta de conhecimento sobre higiene dentária e dieta (2). Relato de caso: Em um paciente escolar, com idade de 6 anos e 8 meses, Frankl 1, com risco social, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista grau 3, em tratamento com risperidona diária, em tratamento fonoaudiológico e de terapia ocupacional, são realizadas as técnicas de adaptação: contar-mostrar-fazer, reforço positivo, dessensibilização e modelagem/distração audiovisual durante o atendimento odontológico e tratamento preventivo oral, conseguindo alterar o risco cariogênico de moderado para baixo.Conclusões: Na prática dentária, somos desafiados a desenvolver diferentes técnicas adaptativas para cuidar eficazmente dos pacientes de chá. Além disso, em termos do nível socioeconómico do paciente, é muito importante educar os pais e o paciente sobre hábitos de higiene e dieta, a fim de manter uma saúde oral óptima.

Publicado

2024-08-13

Edição

Seção

Encuentro de Residentes de Odontopediatría ALOP: Casos Clínicos