Manejo ortopédico e estético em paciente do sexo feminino com oligodontia não sindrômica: relato de caso
Palavras-chave:
Anodontia, Autoimagem, Incisivos, OrtopediaResumo
Introdução: A oligodontia é uma forma rara de agenesia dentária, com prevalência de aproximadamente 0,09%. Envolve fatores sindrômicos, genéticos, hereditários e ambientais. Consiste na ausência de seis ou mais dentes e é incomum na dentição decídua. Pode ser classificada como sindrômica, quando associada a alterações clínicas craniofaciais, ou não sindrômica, quando não há outras manifestações clínicas. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, 9 anos, compareceu à clínica de pós-graduação em Odontopediatria do Centro de Atención Médica Integral do Centro Universitario de Los Altos. A mãe relatou como motivo da consulta: “Ela perdeu o dente inferior; o dente de leite nunca nasceu.” A paciente não apresentava histórico médico relevante. O exame extraoral não revelou anomalias; o exame intraoral evidenciou ausência dos dentes 52, 41 e 42. O exame radiográfico confirmou a ausência dos dentes 52, 12, 22, 41 e 42, e o dente 82 também foi considerado congenitamente ausente. O diagnóstico ortopédico foi de Classe I esquelética com retrusão mandibular, apresentando mordida profunda. O plano de tratamento incluiu a instalação de um plano anterior superior e um frontal estético inferior. Conclusão: A oligodontia frequentemente impacta negativamente a autoestima. O tratamento reabilitador temporário visa suprir as necessidades estéticas e funcionais até que o paciente atinja a idade adulta, quando poderá ser submetido a tratamento definitivo, como reabilitação com implantes e ortodontia.
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